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Choro (fisiologia)




O choro, pranto (choro em excesso) ou ato de chorar ou lacrimejar é um efeito fisiológico dos seres humanos que consiste na produção em grande quantidade de lágrimas dos olhos, geralmente quando estão em estado emocional alterado como em casos de medo, tristeza, depressão, saudade, dor, alegria exagerada, raiva, aflição, entre outros estados emocionais.

Índice

Processo fisiológico


O sistema límbico, sistema do cérebro responsável pelos sentimentos, associa um estímulo emotivo com aqueles que já temos guardados, gerando algumas respostas, sendo que uma delas é o choro. Depois disso, várias substâncias envolvidas no processamento das emoções, como noradrenalina e serotonina, e. g., são liberadas. Através do sistema nervoso independente (responsável por ações como piscar dos olhos) causarão a contração da glândula lacrimal, liberando a lágrima.

Esses fenômenos neurológicos e endocrinológicos são relacionados ao instinto de defesa do ser humano. Pode-se dizer que há alguns tipos de choro: o resultante de algum tipo de emoção espontânea ou simulada e o intermitente ou persistente, que pode surgir sem motivo e indica uma possível doença como depressão, por exemplo.

Choro sentimental


O choro sentimental é uma tentativa de fala instintiva causada por uma emoção demasiado intensa que, por ventura, não cabe no organismo. O indivíduo apaixonado pode experimentar o fechamento sazonal da garganta. Provocando soluços involuntários e calafrios. Os soluços são causados por uma necessidade aterradora de comunicar ao ser amado algo urgente. Uma tentativa de comunicação a distância, mas que, por causa da falta de vocabulário para expor o sentimento, faz o organismo produzir ruídos espaçados. Podem vir acompanhados de fluidos também involuntários que saem das vias respiratórias assim como da pele. É muito comum suar durante o pranto. O pranto é o acometimento sentimental do corpo humano que se contrai e pressiona todos os órgãos. durante o pranto, os sais minerais que gerem nosso corpo tornam-se líquidos por consequência da contração dos átomos e moléculas do organismo. Não é raro durante o pranto, os olhos ficarem inchados pelo intenso fluxo de água salgada nas córneas. É importante frisar que nada pode curar um choro sentimental. Uma maneira de evitar o pranto implica um simples exercício de abrir completamente a boca enquanto a água salgada ainda estiver dentro dos olhos. a contração da mandíbula vai segurar o choro por alguns instantes.

Referências


  1. Weeb 2012, pp. 104-111.

Bibliografia


Ver também










Categorias: Fisiologia | Neurologia | Endocrinologia | Expressão facial








Fonte: Wikipedia - https://pt.wikipedia.org/wiki/Choro (fisiologia) (Autores [História])    Licença: CC-by-sa-3.0

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