Crazy in Love


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"Crazy in Love"
Single de Beyoncé com a participação de Jay-Z
do álbum Dangerously in Love
Lançamento 14 de maio de 2003
Formato(s)
Gravação Dezembro de 2002 – Março de 2003
Sony Music Studios
(Nova Iorque, Nova Iorque)
Gênero(s)
Duração 3:55
Gravadora(s) Columbia
Composição
Produção
  • Rich Harrison
  • Beyoncé Knowles
Cronologia de singles de Beyoncé
"'03 Bonnie & Clyde"
(2002)
"Baby Boy"
(2003)
Cronologia de singles de Jay-Z
"Excuse Me Miss"
(2002)
"Change Clothes"
(2003)

"Crazy in Love" é uma canção da artista musical estadunidense Beyoncé, contida em seu álbum de estreia Dangerously in Love (2003). Conta com a participação do rapper compatriota Jay-Z, e foi composta por ambos em conjunto com Rich Harrison, o qual produziu a faixa juntamente com a cantora. Harrison já havia conceituado a batida da canção antes mesmo de encontrar com Beyoncé, mas decidiu não entregá-la para outros intérpretes imediatamente, esperando para que o artista certo a utilizasse. Em seguida, a vocalista lhe fez uma chamada e ouviu a batida do produtor; embora tenha tido dúvidas iniciais quanto ao uso de trompas, ela gostou da demonstração contida na faixa e deu duas horas para que Harrison a escrevesse. Jay-Z envolveu-se na música em seus estágios finais, tendo sido convidado pela própria Beyoncé para participar nela, e improvisou seus versos em dez minutos.

Gravada entre dezembro de 2002 e março de 2003 nos Sony Music Studios em Nova Iorque, "Crazy in Love" foi enviada para rádios estadunidenses mainstream, rhythmic e urban em 18 de maio de 2003 através da Columbia Records, servindo como o primeiro single do material, sendo posteriormente comercializada nos formatos de CD single, download digital e DVD single. Em termos musicais, é uma canção derivada dos gêneros R&B e pop que incorpora funk dos anos 1970 e hip hop em sua composição, além de possuir influências do soul e um gancho que contém trompas e uma demonstração de "Are You My Woman (Tell Me So)" da banda The Chi-Lites; por esta razão, o vocalista do grupo, Eugene Record, é creditado como co-compositor da faixa. Suas letras referem-se a um estado de obsessão romântica que leva a protagonista a ficar fora de si.

"Crazy in Love" foi bem recebida por críticos musicais, que elogiaram sua produção, seu gancho, a participação de Jay-Z e a maneira com a qual Beyoncé interpreta as letras. Como resultado, obteve os troféus de Best R&B Song e Best Rap/Sung Collaboration nos Grammy Awards de 2004 e foi incluída em diversas listas que compilaram as melhores canções da década de 2000 e de todos os tempos, com a Rolling Stone citando-a como a 118ª melhor da história. Comercialmente, o tema também obteve um resultado positivo, atingindo o topo das tabelas da Escócia, da Irlanda e do Reino Unido e listando-se nas dez primeiras colocações em diversos países, como Austrália, Bélgica, Canadá, Hungria, Noruega, Nova Zelândia e Suíça. Nos Estados Unidos, ficou no cume da Billboard Hot 100 por oito semanas consecutivas e foi certificada como platina dupla pela Recording Industry Association of America (RIAA). Mundialmente, foi o oitavo single mais vendido na década de 2000 com 8.5 milhões de unidades comercializadas.

O vídeo musical correspondente foi dirigido por Jake Nava e lançado em junho de 2003 no Making the Video. As cenas retratam Beyoncé fazendo diversas poses e danças no centro de Los Angeles, com Jay-Z aparecendo em uma cena na qual queima um carro com um isqueiro. O projeto foi bem recebido por críticos, que elogiaram sua sensualidade e suas danças, comparando-o com a gravação audiovisual de "Jenny from the Block" de Jennifer Lopez, e recebeu as estatuetas de Best Female Video, Best R&B Video e Best Choreography nos MTV Video Music Awards de 2003. A cantora incluiu "Crazy in Love" no repertório de todas as suas turnês e concertos residenciais, bem como no seu show do intervalo do Super Bowl XLVI, e a interpretou em diversas premiações, com a American Society of Composers, Authors and Publishers (ASCAP) reconhecendo-a como uma das mais apresentadas em 2004. A faixa foi regravada por vários artistas e utilizada em programas como That's So Raven e Malhação, tendo sido novamente gravada pela vocalista para a trilha sonora do filme Fifty Shades of Grey em uma versão mais lenta.

Índice

Antecedentes e lançamento


Em julho de 2002, Beyoncé já havia gravado diversas canções que iriam aparecer em seu álbum de estreia em carreira solo Dangerously in Love. A Columbia Records planejou lançar o disco em outubro do mesmo ano; contudo, o lançamento foi adiado diversas vezes para capitalizar o sucesso do single "Dilemma", do rapper Nelly com a participação da ex-cantora das Destiny's Child — grupo feminino do qual a artista fazia parte — Kelly Rowland.[3] Esses atrasos permitiram que Beyoncé gravasse mais faixas para o projeto.[4] Antes de se encontrar com a cantora, o produtor Rich Harrison havia conceituado a batida da canção, tendo gravado uma demo — então intitulada "Crazy Right Now" — com a vocalista Keri Hilson.[5] Ele usou demonstrações do gancho instrumental de "Are You My Woman (Tell Me So)", originalmente escrita por Eugene Records, vocalista do grupo The Chi-Lites.[5][4][6] Quando Harrison apresentou a batida pela primeira vez aos seus amigos, que não gostaram; isso o fez perceber que havia concebido algo especial, que poderia ser apreciado melhor pelas pessoas depois que ouvissem o disco inteiro.[5] O produtor decidiu não enviar a batida para outros cantores imediatamente e, em vez disso, decidiu entrega-la apenas para o artista certo, que poderia gravá-la em seguida. Ele afirmou:

Harrison surpreendeu-se quando recebeu uma ligação de Beyoncé, que estava trabalhando em um dos álbuns mais esperados daquele ano.[5] Entretanto, as coisas não saíram conforme planejado no dia seguinte, já que ele estava atrasado e ainda estava sofrendo os efeitos de uma ressaca.[5] Quando Rich apresentou a demonstração para a intérprete no estudo, ela teve dúvidas iniciais de que o número "tinha um som cheio de fanfarra" e que parecia muito retrô, pois de acordo com ela, ninguém usava riffs de trompas no século XXI.[5][4] No entanto, em última instância, Knowles gostou da demonstração, e concedeu duas horas para que Harrisson composse a obra completa enquanto saía.[5]

O produtor confessou que não foi fácil escrever "Crazy in Love" naquele período.[4] Duas horas depois, ele completou os versos e o gancho, embora ainda estivesse com os efeitos da ressaca.[5] Ele também fez provisões para uma faixa de apoio, e tocou todos os instrumentos na canção.[4][5] A ponte foi escrita pela própria cantora,[5] que se inspirou enquanto se olhava no espelho;[4] ela não estava vestindo roupas que combinavam e seu cabelo não estava arrumado, e continuava dizendo: "Eu estou louca neste momento". Harrison então lhe disse que aquele era o gancho,[7] que também inspirou o título da canção.[4] Depois de completar a obra às oito da noite, ela surgiu com a frase "Uh-oh, uh-oh, you know" ("Uh-oh, uh-oh, você sabe").[7] O rapper Jay-Z envolveu-se na música em seus estágios finais, e foi convidado pela própria cantora para participar de "Crazy in Love".[5] Perto das três da manhã, ele apareceu no estúdio e gravou um verso rap, que foi improvisado por ele em dez minutos.[4][8] A gravação da composição durou cerca de três meses após o encontro entre Beyoncé e Harrison.[7]

"Crazy in Love" foi enviada para rádios estadunidenses mainstream, rhythmic e urban em 18 de maio de 2003, através da Columbia Records. Seu lançamento digital ocorreu primeiramente na iTunes Store dos Estados Unidos e do Reino Unido dois depois, seguido de um lançamento no formato de CD single na Irlanda e na Suíça em 30 do mês seguinte; um extended play (EP) digital foi comercializado na Alemanha nesta última data. A obra foi distribuída como maxi single em território alemão no dia 30 de junho de 2003 e em território australiano em 15 de julho seguinte, sendo que nesta última região o maxi single também incluiu seu vídeo musical. No Reino Unido, a faixa foi lançada nos formatos de DVD single e CD single em 30 de junho do mesmo ano. Em 8 de julho, um EP digital foi distribuído em diversos países europeus como Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Itália, Irlanda, Noruega, Países Baixos e Suécia. Este EP também foi comercializado na mesma data no Canadá. Em 22 do mesmo mês, foram lançados digitalmente nos Estados Unidos dois remixes, ambos intitulados "Krazy in Luv" — um feito por Rockwilder e outro feito por Adam 12. Uma versão exclusiva da canção, apresentando um rap em mandarim interpretado pelo cantor americano-taiwanês Vanness Wu, foi incluída na edição asiática de Dangerously in Love.

Composição


"Crazy in Love"
Demonstração de 25 segundos de "Crazy in Love", canção de ritmo moderado de 100 batimentos por minuto, com um tempo relativamente comum.

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De acordo com a partitura publicada em Musicnotes.com por Alfred Music Publishing , "Crazy in Love" é uma love song de R&B contemporâneo e pop, composta na nota de fá maior.[9][10] Ela também incorpora música funk retrô dos anos 1970,[11] e também contém influências de soul,[12] e hip hop.[13] Como comentado por Robert Webb do The Independent, as velhas influências de soul na canção parece ter sido derivado da batida de seu riff.[4] Tendo uma vibe go-go,[4] "Crazy in Love" é construída sobre uma batida de hip hop.[14] Beyoncé disse para Sunday Herald que a batida é "com tanta força que faz o seu coração ferir."[15] A canção é de um ritmo moderado de 100 batimentos por minuto, com um tempo relativamente comum.[9] O alcance vocal de Beyoncé se estende por cerca de uma oitava e meia na canção, a partir de para .[9] A canção é musicalmente construído a partir de dois acordes maiores, B♭ e G, e de um terço menor.[9] Um dos principais riffs usa o ritmo cowbell tradicional, que é frequentemente encontrado em samba e afins.[16][2] Como observou Lisa Verrico da revista The Times, a canção também faz uso de grandes tambores com partes de latão.[17] O gancho foi feito por Harrison a partir da canção "Are You My Woman? (Tell Me So)" de 1970,[18][19] escrito originalmente, The Chi-Lites, grupo de Chicago, e gravado nos estúdios da "Eugene Records".[4] Conforme Anthony DeCurtis da revista Rolling Stone, "Crazy in Love" consiste de uma amostra com refrão de propulsão.[20] Vários críticos de música elogiaram as linhas do refrão no single, qualificando-os como "hard-core",[10] "instantaneamente viciante",[21] e "ardente".[22]

De acordo com Natalie Nichols de Los Angeles Times, a letra da canção faz referência ao estado de estar romanticamente obcecado.[13] Beyoncé afirmou que a canção fala sobre "quando você está sentindo o amor, você faz coisas que estão fora de seu caráter e você realmente nãoo se importa, porque você está apenas de coração aberto."[23] Esta foi mais notado por DeCurtis que comentou que a canção tem um "caldeirão de energia", que soa Beyoncé "solta e sexy", tomado por emoções que "não pode ​​compreender e nem controlar", exposto em suas linhas.[20] A letra da canção é composta na tradicional forma de verso com refrão. Jay-Z abre a canção com uma breve fala em rap, contendo as letras: "... É tanta loucura! / O mais incrível é você, garota, Bee / É o seu garoto, jovem"[9] Após Beyoncé cantar o slogan "uh-oh, uh-oh", Jay-Z continua o monólogo.[22] Beyoncé começa o primeiro verso, seguido com o refrão.[17] Ela repete o "uh-oh, uh- oh", levando ao segundo verso. Segue o refrão, dando lugar para o segundo verso de rap.[10] A canção continua a ponte.[24] Ela então leva o refrão da música de novo e, em seguida, desaparece com o refrão, terminando a canção.[9]

Lançamento


"Crazy in Love" foi lançado nas Rádios rítmicas,[25] Rádios de sucessos contemporâneos,[26] e nas Rádios urbanas contemporâneas[27] nos Estados Unidos em 18 de maio de 2003. O single foi lançado pela primeira vez para download digital via iTunes Store no Reino Unido[28] e nos Estados Unidos em 20 de maio de 2003.[29] Notavelmente, a música também teve bastante sucesso como toque entre os usuários de telefones celulares nos Estados Unidos.[29] A canção foi lançada como um CD single na Irlanda[30] e Suíça,[31] e como um EP na Alemanha em 20 de junho de 2003.[32] "Crazy in Love" foi lançado como maxi single na Alemanha em 30 de junho de 2003[33] e na Austrália em 15 de julho de 2003, junto com o clipe da música.[1] A canção foi lançada em DVD e CD single no Reino Unido em 30 de junho de 2003.[34][35] "Crazy in Love" foi lançado como um EP digital em vários países europeus, incluindo a Áustria,[36] Bélgica,[37] Dinamarca,[38] Finlândia,[39] Itália,[40] Noruega,[41] nos Países Baixos,[42] e Suécia em 8 de julho de 2003.[43] Este EP digital também estave disponível no Canadá[44] e Irlanda em 8 de julho de 2003.[45] Em 22 de julho de 2003, dois remixes – um de Rockwilder e outro de Adam 12 – foram liberados nos Estados Unidos.[46][47]

Remixes

"Crazy in Love" tem vários remixes, incluindo o remix de Rockwilder, remix de Nu Soul , de Maurice Joshua, e remix de Juniors World. Estas versões apareceram nos lançamentos dos single de "Crazy in Love" sob uma grafia alternativa, "Krazy in Luv".[48] O remix Rockwilder retarda a batida e torna a música mais profunda e funk com amostras de cordas e texturas de sintetizador espumantes.[1] O Nu Soul Remix de Maurice acelera o ritmo, levando-o do hip-hop para o território do house.[1] Uma versão da música incluída na edição especial asiática de Dangerously in Love apresenta um rap em chinês mandarim interpretado pela cantora norte-americana Vanness Wu, em vez do rapper de Jay Z.[49]

"Crazy in Love" foi regravada por Beyoncé para o filme Fifty Shades of Grey (2015) e usada para o seu trailer que foi lançado em 24 de julho de 2014.[50] Esta versão reduzida foi produzida pela Boots com arranjos de violino de Margot, ambos os quais trabalharam no quinto álbum de estúdio auto-intitulado de Beyoncé (2013), e ao contrário do original, não apresenta Jay-Z. Margot disse: "Isso me inspira a trabalhar em canções de outros artistas [porque] empurra meus limites em uma direção que eu não necessariamente faria. Obviamente eu sei como 'Crazy in Love' vai, mas eu sabia que havia a possibilidade de que seus vocais fossem diferentes. É quase mais vulnerável e bonito desse jeito, porque você faz coisas malucas quando você se apaixona. Ouvir o humor invertido o torna ainda mais poderoso".[51]

A faixa foi então oficialmente lançada através da iTunes Store em 4 de setembro de 2015.[52] A capa do single é uma versão em preto e branco da capa original. A execução foi realizada pela primeira vez durante o Budweiser Made in America Festival 2015 em 5 de setembro de 2015. Ele foi incluído no setlist do The Formation World Tour, juntamente com a versão original.

Recepção da critíca


"Crazy in Love" foi elogiado pelos críticos de música contemporânea, que elogiaram as linhas de trompa e a participação especial de Jay-Z. Muitos deles o chamaram de o Sucesso do Verão de 2003.[53] Tim Sendra, da AllMusic, descreveu a música como uma "impressionante obra prima do pop",[1] enquanto Stephen Thomas Erlewine, do mesmo site, a chamou de "delirantemente cativante".[54] Darryl Sterdan de Jam! observou que "Crazy in Love" é "instantaneamente linhas de trompa viciante".[21] Anthony De Curtis da Rolling Stone escreveu: "'Crazy in Love' ... ruge dos alto-falantes com a força de uma amostra de trompa propulsora e a presença carregada de seu amigo, Ben Ratliff, da revista Blender, chamou a música de "coceira [e] feita para agradar".[55] Marc Anthony Neal da PopMatters chamou a frase "uh-oh, uh-oh" de cativante.[10] A MTV News considerou "Crazy in Love" como o "momento de maior orgulho" de Dangerously in Love.[56] Da mesma forma, Allison Stewart do The Washington Post chamou a melhor música do álbum, elogiando sua instrumentação, harmonias e o verso de rap de Jay Z.[12] Isso foi ecoado por Kelefa Sanneh do The New York Times que escreveu que "Crazy in Love" é a melhor do álbum graças à sua "simplicidade, combinação irresistível de trompas triunfantes e uma batida hip-hop perversa".[14] Ela acrescentou que "os vocais [de Beyoncé] - como hábeis e precisos como sempre - não transmitem nada da vertiginosa corrida que as letras descrevem".[14] Da mesma forma, Sal Cinquemani da Slant Magazine enalteceu o arranjo lírico, a estrutura musical e os vocais convidados por Jay Z, todos contribuíram para tornar "Crazy in Love" um maravilhoso currículo para Beyoncé.[11]

Rob Fitzpatrick da NME chamou "Crazy in Love" de um "gênio de cabeça funk e corpo balançando" e escreveu que é "um clássico 100 por cento, frio e certinho". Ele elogiou os vocais de Beyoncé, descrevendo-os como "genuinamente, hip-trituramento frutado".[57] A escritora do Los Angeles Times, Natalie Nichols, notou que "músicas de dance sexy como o 'Crazy in Love' com sabor de funk vintage" fizeram de Dangerously In Love um ótimo álbum.[13] Neil Drumming da Entertainment Weekly, escreveu que a música tem um "som novo".[22] Spence D. da IGN Music escreveu que Beyoncé monta o "ritmo infeccioso" com graça e sedução. Ele acrescentou: "Como é de se esperar, a música cai quando Jay derruba seu sabor característico. Enquanto outras faixas de R&B costumam ser fracas, esse tipo de música funciona bem quando os verbos de Beyoncé e Jay tocam um contra o outro".[2] Lisa Verrico do The Times escreveu que Jay Z realizou um "rap decente", no entanto, "Beyoncé e as batidas salvaram o dia" e que "Crazy in Love" foi uma saída de Beyoncé do Destiny's Child.[17]

Reconhecimentos e elogios

A revista Entertainment Weekly classificou "Crazy in Love" no número 47 na The 100 Greatest Summer Songs of All Time.[58] A canção também é classificado em segundo lugar na lista dos singles no Biggest Selling Singles Since The Year 2000 produzida pela Yahoo!.[59] Bill Lamb da About.com classificou a canção na posição número um em sua lista do Top 10 Love Songs: Romance of All Time.[60] Lamb também classificou a canção no número três da sua lista do Top 100 Pop Songs of 2003,[61] e, no número 26 na lista Top 100 Pop Songs of the 2000s, escrevendo: "Com 'Crazy In Love' tornou-se óbvio que Beyoncá não teria nenhuma dificuldade de ter sucesso fora do grupo Destiny's Child."[62] A revista Rolling Stone fez a lista 50 Best Songs of the 2000s em 2009 onde "Crazy in Love" ficou na terceira posição,[63] e a mesma revista a classificou como a centésima-décima-oitava melhor música de todos os tempos em 2010.[64] A revista britânica NME elegeu a canção como a melhor música da década de 2000, chamando-lhe "uma canção monstro de pop-dance."[19] A música também foi classificado no número quatro pela Pitchfork Media na lista dos Top 500 melhores canções da década de 2000,[65] no número sete na lista produzida pela Daily Telegraph[66] e no número seis pela Revista Slant Magazine na lista dos 100 Melhores Singles da Década.[67] Em setembro de 2011 "Crazy in Love" foi eleita a canção da década de 2000 pela VH1.[68]

Desempenho comercial


"Crazy in Love" foi um grande sucesso comercial nos Estados Unidos, estreando no número cinquenta e oito na Billboard Hot 100. Apesar de ainda não ter sido lançado para as lojas de varejo, o single ganhou muita atenção e chegou ao número um na Billboard Hot 100 com base apenas na rotação pesada nas rádios.[69] Na mesma semana em que alcançou o número um, Dangerously in Love estreou na Billboard 200 no número um em 12 de julho de 2003.[70] Airplay substanciais, e mais tarde no varejo, ganhos de "Crazy in Love" permitiram que ele dominasse o gráfico,[71] passando oito semanas consecutivas em primeiro lugar no Hot 100,[72] tornando-se o primeiro single número um de Beyoncé em sua carreira solo. De acordo com a Nielsen SoundScan, "Crazy in Love" foi a música mais baixada nos Estados Unidos por quatro semanas consecutivas em julho de 2003.[73] "Crazy in Love" passou quinze semanas no top 10, vinte e seis semanas no topo cinquenta e vinte e sete semanas no gráfico no total. A canção foi certificada em ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA) em 2004,[74] enquanto seu mastertone também foi certificado ouro dois anos depois.[75] "Crazy in Love" foi o quarto maior hit de 2003 nos Estados Unidos.[76] Até 6 de outubro de 2010, "Crazy in Love" já havia vendido 47.000 unidades físicas nos Estados Unidos.[77] "Crazy In Love" também tem a distinção de ser o primeiro single número um no Hot Dance Club Play da Billboard, que estreou em 16 de agosto de 2003, onde passou sete semanas no topo.[78]

No Reino Unido, Beyoncé se tornou a terceira artista feminina a liderar simultaneamente a UK Singles Chart e UK Albums Chart,[79] depois de Mariah Carey em 1994 e Kylie Minogue em 2001. Incluindo sua carreira com Destiny's Child, "Crazy in Love" se tornou o terceiro single número um de Beyoncé no Reino Unido e foi a única canção a liderar as paradas do Reino Unido e dos Estados Unidos simultaneamente em 2003.[80] O single passou três semanas em primeiro lugar no Reino Unido[81] e quinze semanas no top cem.[82] Até julho de 2013, já havia vendido 510.000 unidades no país.[83] "Crazy in Love" alcançou o primeiro lugar no Irish Singles Chart, onde passou dezoito semanas.[84] Na Austrália, "Crazy in Love" alcançou o segundo lugar no ARIA Singles Chart[85] e foi certificado platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA) com vendas de mais de 70.000 unidades.[86] Ele também atingiu o número dois na New Zealand Singles Chart,[85] e foi certificado de platina pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ).[87] "Crazy in Love" alcançou top 10 em toda a Europa,[85] incluindo a Áustria, os territórios belgas da Flandres e da Valónia, a Dinamarca, a Alemanha, a Hungria, a Itália, os Países Baixos, a Noruega, a Suécia e a Suíça.[85]

Videoclipe


Produção

O vídeoclipe da música de "Crazy in Love", foi lançado em maio de 2003, e foi filmado pelo diretor britânico Jake Nava.[88] Na MTV Making of do Video em 2003, Beyoncé descreveu a concepção do vídeo: "[O vídeo] celebra a evolução de uma mulher que é sobre uma garota que está no ponto de um relacionamento quando ela percebe que ela está apaixonada, então ela começa fazer coisas que ela normalmente não faria, mas ela não se importa. O que importa é ela está uma loucamente apaixonada."[89]

Sinopse

O vídeo mostra Beyoncé em várias sequências de dança. A cena de abertura começa com Beyoncé vestindo uma camiseta regata, short curto e salto alto vermelho. Ela executa uma dança solo elaborados em uma espécie de palco. A cena muda para um conjunto de flashes como numa sessão de fotos, antes de passar para a cena onde Beyoncé e as dançarinas, dançam contra uma parede, enquanto usam bonés e calças longas. Jay-Z, em seguida, aparece e inicia uma linha de gasolina levando a um carro que, então, explode em chamas. Ele passa a cantar seu rap na frente do carro em chamas, enquanto Beyoncé dança girando ao seu lado, vestindo um casaco de pele, antes de chutar a válvula de um hidrante. Ela continua a dançar enquanto a água está voando por todo o lugar. O vídeo termina com Beyoncé e seus dançarinos na frente de um ventilador gigante em vestidos vibrantes em contraste com as cores mais neutras do fundo, o vídeo teve também Carmit Bachar (ex-Pussycat Dolls ) como um dos dançarinos.

Recepção e Elogios

Cynthia Fuchs, escrevendo para PopMatters comentando que a fotografia das cenas do videoclipe lembra a mesma rotina que Jennifer Lopez no vídeo de "Jenny from the Block" (2002) com luzes quentes, maquiagem assustadora, e "muita perna".[24] Ele elogiou o vídeo, afirmando que: "O corpo de Beyoncé torna-se o seu inegável emblema".[24] Tom Moon da The Philadelphia Inquirer disse "de sua famosa e fotogênica, moldura uma deusa", comentando a maneira que Beyoncé.[24]

O vídeo da música recebeu elogios dos críticos, e ganhou três prêmios no MTV Video Music Awards em 2003 nas categorias de Best Female Video, Best R&B Video e Best Choreography e foi indicado na categoria Viewer's Choice.[90] Diretor Jake Nava também ganhou um Music Video Production Association para o vídeo na categoria de Best R&B Video em 2004.[91][92] No mesmo ano, o vídeo ganhou a categoria Best Collaboration no MTV Video Music Awards Japan de 2004, onde também foi indicado para o prêmio de Best Famale Video.[93] "Crazy in Love" também recebeu uma indicação no NAACP Image Award para o prêmio Outstanding Music Video em 2004.[94] Ela ganhou o prêmio de Best International Video no MuchMusic Video Awards em 2004.[95] Em 2014, o escritor do The Guardian, Michael Cragg, incluiu o clipe de "Crazy in Love" em sua lista dos dez melhores videoclipes de Beyoncé. Ele elogiou, dizendo "Consciente de quanto de uma declaração a música era, o vídeo é uma lista de visuais de criação de ícones, dos locais ... a dança se move ... para a parte em que ela faz bolhas soprar parece a coisa mais sexy que um humano poderia fazer".[96]

Performances ao vivo


Beyoncé cantou "Crazy in Love" com Jay Z no BET Awards de 2003. Eles também tocaram a música durante o MTV Video Music Awards de 2003.[97] Ela cantou a música em um medley, com os vocais pré-gravados de Sean Paul em "Baby Boy" (2003).[98] "Crazy in Love" foi incluído no set list para a maioria das turnês de Beyoncé. A canção foi a faixa final de sua turnê Dangerously in Love World Tour que começou no final de 2003.[99] Em 8 de fevereiro de 2004, Prince apareceu no Grammy Awards de 2004 com Beyoncé.[100][101] Em uma apresentação que abriu o show, eles fizeram um medley de "Purple Rain", "Let's Go Crazy", "Baby I'm a Star" e “Crazy in Love” de Beyoncé.[102] Beyoncé cantou "Crazy in Love" ao vivo no BRIT Awards de 2004 em 17 de fevereiro. Monique Jessen e Todd Peterson escreveram que ela, "... iluminou o palco com sua performance de "Crazy in Love", usando um vestido branco Roberto Cavalli e quase meio milhão de dólares em diamantes. A diva pop, aparecendo no palco em uma nuvem de fumaça, parou no meio da música para abrir o top antes de sair com o prêmio de melhor artista solo internacional feminino.[103] Beyoncé e Jay Z também cantaram "Crazy in Love" no festival The Prince's Trust no Earls Court em Londres em 31 de maio de 2004.[104]

"Crazy in Love" foi a primeira música do set de Beyoncé no The Beyoncé Experience em Los Angeles e no I Am... Tour em vários locais, incluindo a Odyssey Arena em Belfast, a The O2 Arena em Londres, Atenas e Sydney.[105] Em 5 de agosto de 2007, Beyoncé cantou a música no Madison Square Garden, em Nova York.[106][107] Beyoncé surgiu em um vestido prateado brilhante com um longo trem. Ela caminhou até a frente do palco, fez um par de estalos de seu pescoço e então começou a cantar "Crazy in Love". Ela subiu uma escada onde sua banda só continha mulheres e três cantoras de apoio foram posicionadas.[106] A escada avançou em dois lugares; parte superior moveu-se enquanto a parte inferior aparecia mais.[106] No topo de sua escada, ela tirou o trem e voltou para o palco principal. Seus cantores de apoio seguiram e dançaram com Beyoncé.[106] Depois de "Crazy in Love", Beyoncé realizou uma curta versão de "Crazy" (2006) de Gnarls Barkley, cantando:"Who do you, who do you think you are? / Ha, ha, ha, bless your soul."[106]

Shaheem Reid, da MTV News, escreveu: "Há poucas (poucas) damas por aí que podem realmente cantar, muitas que podem dançar, muito mais que parecem boas - mas, na verdade, nenhuma outra que combine as três e acrescente poder icônico às estrelas como a senhorita Beyoncé, indiscutivelmente a melhor executante de palco no jogo agora".[106] Jon Pareles do The New York Times escreveu: "Beyoncé não precisa de distrações de seu canto, que pode ser arejado ou estridente, lacrimoso ou cruel, rápido com sílabas ou sustentado em melismas curvos. Mas ela estava em constante movimento, desfilando em trajes (a maioria deles prateados), de minissaias a vestidos formais, bodysuit em tons de carne, de biquíni a camisola".[107] Frank Scheck do The Hollywood Reporter escreveu: "Sua performance de 'Crazy in Love' contou com alguns arranjos surpreendentes que deram o frescor ao material".[108] Apresentações de "Crazy in Love" foram incluídas em seus álbuns ao vivo The Beyoncé Experience Live (2007),[109] e a edição de luxo de I Am... World Tour (2010).[110] Beyoncé cantou "Crazy in Love" usando um vestido de franja rosa em um concerto no Palais Nikaïa em Nice, França, em 20 de junho de 2011, em apoio ao seu álbum 4,[111] e no Festival de Glastonbury em 26 de junho de 2011 para uma audiência de 175.000.[112]

Em agosto de 2011, Beyoncé cantou "Crazy in Love" durante seu programa de exibição 4 Intimate Nights with Beyoncé.[113] Ela tocou uma versão mais lenta e mais jazzística da música e dançou com uma coreografia parecida com a do videoclipe.[114][115][116] Durante o especial A Night With Beyoncé da ITV que foi ao ar em 4 de dezembro no Reino Unido, Beyoncé cantou "Crazy in Love" para uma multidão selecionada de fãs.[117] Em maio de 2012, ela cantou a música durante sua Revel Presents: Beyoncé Live em Atlantic City, New Jersey, no espaço de entretenimento resort, hotel, casino e spa dos Estados Unidos, Revel.[118][119] Durante a performance, Jay-Z não esteve presente no palco, mas sua voz pré-gravada foi apresentada. Dan DeLuca notou que a música foi um dos "treinos para sacudir espólio com experiência de batida" realizados durante a revisão.[120] Jim Farber do New York Daily News escreveu que "A primeira e última parte do programa destacou a mais feroz Beyoncé, contada em músicas ousadas" como "Crazy in Love".[121] Um escritor da Black Entertainment Television observou que, "Ela ofuscou os fãs com uma variedade de performances de alta energia de seus sucessos otimistas como ... 'Crazy in Love'".[122] Beyoncé também cantou a música no intervalo do Super Bowl XLVII em 3 de fevereiro de 2013.[123] Em julho de 2013, ao colocar Beyoncé no número 33 em sua lista dos 50 Melhores Músicos ao Vivo, os roteiristas da revista Rolling Stone notaram que a performance de "Crazy in Love" foi um destaque durante seus shows ao vivo com a canção "habilmente aparecendo o espólio da cantora".[124]

Impacto cultural


Legado

A revista Entertainment Weekly classificou "Crazy in Love" no número quarenta e sete em sua lista das 100 melhores canções de verão.[125] A canção foi listada no número três na lista das 50 melhores canções da década de 2000 em 2009,[126] e como a o centésimo décima oitava melhor música de todos os tempos na lista da revista das 500 maiores canções de todos os tempos (2010),[127][128] bem como classificá-lo no número dois no Gráfico Anuais,[129] e no número três na lista das 100 melhores músicas dos anos 2000, escrevendo: "As trompas não eram um gancho. Elas eram um arauto: a nova rainha do Pop havia chegado".[130][131] A equipe do site NME votou em "Crazy in Love" como a melhor música dos anos 2000, chamando-a de "uma música pop destruidora de pistas de dança",[19][132] também no número dezenove em sua lista de quinhentas melhores canções de tempo todo.[133] A canção foi classificada em número quatro na lista da Pitchfork Media de As 500 Principais Faixas dos anos 2000,[134][135] número sete na lista do The Daily Telegraph' das melhores músicas da década[136] e número seis na lista dos 100 melhores singles da década pela revista Slant.[137][138] Em setembro de 2011, O VH1 classificou "Crazy in Love" número um em sua lista das 100 melhores canções dos anos 2000.[139] Em outubro de 2011, para marcar décimo quinto aniversário da NME, seus funcionários selecionaram as faixas de cem e-cinqüenta 'que significou a mais para [eles] ao longo da vida do site', colocando 'Crazy in Love' no número dezesseis.[140] Em 2012, a canção foi classificado no número vinte e dois na lista de "Top 50 canções de amor de todos os tempos'".[141] Em 2013, John Boone e Jennifer Cady da E! colocou a música em primeiro lugar na lista das dez melhores canções de Beyoncé, escrevendo: "É a música que começou tudo. A mais chiclete de Beyoncé é a primeira, completa com a participação do marido Jay Z, um gancho matador e um coro de trompas que você tem que dançar".[142] Em uma lista de Os 20 maiores sucessos de Jay Z na Billboard, "Crazy in Love" foi classificado no número um.[70] Em 5 de julho de 2013, a revista NME chamou "Crazy in Love" de "a melhor canção pop do século".[143] A revista Q classificou a música no número cinquenta e nove em sua lista de 1001 melhores músicas de todos os tempos.[144] Ele também foi classificado em número dois na lista Pazz+Jop 2003 da The Village Voice .[145]

Covers

Desde de seu lançamento, muitos artistas gravaram versões cover da música. Em 2003, o cantor e compositor irlandês Mickey Harte gravou uma versão acústica de "Crazy In Love" para o álbum de caridade Even Better Than the Real Thing Vol. 1. O rock alternativo da banda Snow Patrol cantou a canção na "BBC Sessions" com Zane Lowe. A capa foi lançada como b-side do single "Spitting Games"[146] e mais tarde foi incluído nos álbuns de compilação Cosmosonica - Tom Middleton Presents Crazy Covers Vol. 1[147] e Up to Now do Snow Patrol.[148] David Byrne fechou concerto no Hollywood Bowl em 27 de junho de 2005 com uma versão samba de "Crazy in Love".[149] Em 2007, a banda de rock alternativo Switchfoot produziu uma versão de rock da canção lançado em parte do Yahoo! CoverArt series.[150] Embora mantendo os elementos fundamentais da pista, Switchfoot acrescentou seu "sabor rock" nela.[150] A banda lançou um vídeo para a versão cover e está disponível no site da Yahoo! Pepsi Smash.[150]

Depois de executar a música na emissora de rádio australiana Triple J, The Magic Numbers gravou um cover da música para o 2007 Starbucks (Hear Music) álbum compilação, Sounds Eclectic: The Covers Project.[151] Tracy Bonham cantou a canção acústica, com a guitarra e violino, em seu álbum de 2007 In The City + In The Woods.[152] A banda britânica The Puppini Sisters regravou a canção para seu álbum de 2007 The Rise and Fall of Ruby Woo.[153] A artista indie Dsico gravou a música num estilo mais eletrônica , que está disponível para download digital.[154] Em 2009, Chris Ward e Andrew Thiboldeaux, aka Pattern is Movement, seguiram seu primeira sessão Daytrotter fazendo o cover de "Crazy in Love", uma versão que continham vocais duo, foi inspirado por Antony Hegarty.[155] Antony and the Johnsons lançaram uma versão instrumental da música como o b-side para seu single de 2009 "Aeon".[19][156] Em novembro de 2009, o seriado televisivo Glee fez uma versão cover da música. Esta versão foi inclusa no álbum Glee: The Music, The Complete Season One.[157] O grupo alemão The Baseballs gravou uma versão no estilo rockabilly para seu álbum de estreia Strike! Back em agosto de 2010.[158]

Uso na mídia

Depois de ganhar o prêmio de Best Collaboration Awards para "Crazy in Love", no BET Awards de 2004, Beyoncé dedicou o prêmio para o apresentador do programa, o comediante Mo'Nique, cuja entrada incluía uma paródia da coreografia do videoclipe da música com um grupo de seis voluptuosa dançarinas.[159] Nos bastidores, Mo'Nique tinha todas as estrelas falando. Ela disse para a MTV News: "Quando minha menina saiu e fez a coisa de Beyoncé, foi como, "Wau!". E foi de onde ela teve a ideia de imitar a coreografia.[159] "Crazy in Love" foi tocada ao vivo duas vezes no Australian Idol. A primeira vez foi na 1ª temporada, pelo eventual vencedor Guy Sebastian na final do programa em 2003,[160] e a segunda vez foi em 2006.[161] Em junho de 2008, a cantora e compositora de R&B, Jessica Mauboy viajou para a Indonésia para uma viagem de três dias por todo o país. No terceiro dia de sua viagem, ela se apresentou no Indonesian Idol, cantando "Crazy in Love" com a ex-Indonesian Idol e seus concorrentes Mike, Judika e Lucky.[162] A canção também foi tocada ao vivo uma vez no Singapura Idol por Maia Lee.

Em 2002, Beyoncé assinou contrato com a empresa de bebidas Pepsi. Posteriormente, ela apareceu em várias campanhas publicitárias do produto da empresa, e, numa dessas, "Crazy in Love" estava sendo usada como música de fundo.[163] "Crazy in Love" foi incluída na trilha sonora do filme de 2004 Bridget Jones: No Limite da Razão.[164] Em 2004, também foi destaque na trilha sonora dos filmes White Chicks e Taxi. em 2007 a canção também foi incluida na trilha sonora do filme Good Luck Chuck.[165] também na décima temporada da série brasileira Malhação.[166] Uma paródia da música também é usada no programa do Disney Channel, That's So Raven, no episódio "Hizzouse Party". Foi destaque nos jogos de videogames Karaoke Revolution Party e Just Dance 2. Na décima primeira temporada do reality show Dancing on Ice, no qual os participantes Gemma Collins e Matt Evers dançaram a música na primeira semana da competição.[167]

Faixas e formatos


Prêmios


Em 2004, Beyoncé recebeu três indicações por "Crazy in Love" no Grammy Award, nas categorias Record of the Year, Best R&B Song e Best Rap/Sung Collaboration, vencendo os dois últimos.[169] Um remix da canção, conhecido como "Krazy em Luv" (Maurice Nu Soul Mix) também ganhou o Grammy na categoria Best Remixed Recording, Non-Classical para sua remixer, Maurice Joshua.[169] A canção também foi reconhecida no ASCAP Pop Music Awards de 2004 como uma das músicas mais performada do ano.[170] Nos prêmios Vibe Awards concedido pela revista Vibe também reconheceu a canção para Coolest Collaboration em 2003.[171]

Na Europa, "Crazy in Love" ganhou o prêmio de Best Song no MTV Europe Music Awards em 2003.[172] No mesmo ano, a canção venceu na categoria Best R&B/Urban Dance Track no 22º International Dance Music Awards.[173] A canção também ganhou o prêmio de Best Collaboration no BET Awards, onde também recebeu uma indicação na categoria Viewer's choice.[174] "Crazy in Love" também recebeu uma indicação ao NAACP Image Awards na categoria Outstanding Song[94] e para Favorite Song no Kids' Choice Awards.[175]

Ano Prêmio Nomeação Categoria Resultado
2003 Vibe Awards[176] "Crazy in Love" (com: Jay-Z) Coolest Collaboration Venceu
International Dance Music Awards[177] Best R&B/Urban Dance Track Venceu
MTV Video Music Award[178] Best Female Video Venceu
Best R&B Video Venceu
Best Choreography Venceu
Viewer's Choice Indicado
MTV Europe Music Awards[179] Best Song of the year Venceu
2004 NAACP Image Awards[94] Outstanding Song Indicado
Outstanding Music Video Indicado
Porin Music Awards[180] Best Fereign Song Venceu
Radio Music Awards[181] Song of the Year/Hip Hop Radio Indicado
Smash Hits Poll Winners Party[182] Best Music Video Venceu
TEC Awards[183] Record Production/Single Or Track Indicado
BMI Pop Music Awards[184] BMI Award for Award-Winning Songs Venceu
BET Awards[185] Viewer's choice Indicado
Best Collaboration Venceu
Nickelodeon Kids' Choice Awards[175] Favorite Song Indicado
MuchMusic Video Awards[186] Best International Video Venceu
MTV Video Music Awards Japan[187] Best Collaboration Venceu
ASCAP Pop Music Awards[188][189] Most performed song Venceu
ASCAP Rhythm & Soul Music Awards[190] Award Winning R&B/Hip-Hop Songs Venceu
Grammy Awards[191][192]
Record of the Year Indicado
Best Rap/Sung Collaboration Venceu
Best R&B Song Venceu
"Krazy em Luv" (Maurice Nu Soul Mix) Best Remixed Recording, Non-Classical Venceu

Precessão e sucessão

Desempenho nas tabelas musicais


Vendas e certificações


Região Certificação Vendas
Austrália (ARIA)[255] Platina 70,000^
Bélgica (BEA)[256] Ouro 25,000*
Dinamarca (IFPI Dinamarca)[257] Ouro 45,000^
Estados Unidos (RIAA)[258] Ouro 500,000^
Itália (FIMI)[259] Platina 50,000
Japão (RIAJ)[260] Ouro 100,000^
Noruega (IFPI Noruega)[261] Ouro 5,000*
Nova Zelândia (RMNZ)[87] Ouro 5,000^
Reino Unido (BPI)[262] 2× Platina 1,200,000

*números de vendas baseados somente na certificação
^distribuições baseadas apenas na certificação
vendas+valores de streaming baseados somente na certificação

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