Taifa de Badajoz


 Nota: "Reino de Badajoz" redireciona para este artigo. Para antiga entidade territorial pós-Reconquista, veja Reino de Badajoz (Coroa de Castela e Leão).



Ta'waif al-Batalyaws
Taifa de Badajoz

Taifa


1009 – 1150
 

Mapa da Península Ibérica com a Taifa de Badajoz c. 1037
Continente Europa
Região Península Ibérica
País Espanha
 Portugal
Capital Badajoz
Outros idiomas Árabe, moçárabe, ladino
Religião Islão, cristianismo moçárabe, judaísmo
Governo Monarquia
Período histórico Idade Média
 • 1009 Queda do Califado de Córdova
 • 1094 Conquista pelos Almorávidas
 • 1144 Restabelecimento da independência
 • 1151 de 1150 Conquista pelos Almóadas
Moeda Dirrã e Dinar de ouro

O Reino de Badajoz, também conhecido como Emirado de Badajoz ou Taifa de Badajoz (em árabe: Ta'waif al-Batalyaws) foi uma taifa (reino muçulmano ibérico) centrado na cidade de Badajoz, no que é hoje a Estremadura espanhola.[1] À semelhança das outras taifas da Península, surgiu após a fragmentação do Califado de Córdova, no final do século X e início do século XI. Ocupava grande parte do que é hoje Portugal, desde o rio Douro até praticamente todo o Alentejo, incluindo as cidades de Lisboa e Santarém, parte da zona ocidental de Castela quase até Leão.

O reino foi independente durante dois períodos, o primeiro entre 1009 ou 1013 e 1094, que terminou com a invasão dos Almorávidas, e o segundo entre 1144 e 1151, que terminou com a conquista pelos Almóadas. Os territórios do reino acabariam definitivamente na posse dos reinos cristãos de Portugal, Leão e Castela.

Antecedentes e primeira taifa


A cidade de Badajoz foi fundada em 875 pelo muladi rebelde Ibne Maruane, que estabeleceu um reino de facto com capital na cidade. Os territórios dependentes de Badajoz mantiveram alguma independência e tiveram conflitos permanentes com o poder central do califado em Córdova, que só terminaram com a conquista efetiva da cidade pelo califado no século X.

A primeira taifa foi criada em 1009 ou 1013, na sequência da derrocada do califado cordovês, pelo liberto Sabur, um ex-escravo eslavo do califa Aláqueme II. O reino dominava grande parte da antiga Lusitânia, incluindo Mérida e Lisboa. Quando Sabur morreu, em 1022, foi sucedido no poder pelo seu vizir Abedalá ibne Alaftas, apesar de ter dois filhos. Alaftas era um berbere andalusino (do Alandalus, ou seja, da Península Ibérica) que não respeitou a sucessão natural de Sabur. Os filhos deste fugiram para Lisboa, fundando aí outra taifa, que foi depois reconquistada pela de Badajoz. Abedalá fundou a sua própria dinastia, dos Aftácidas, que teve quatro monarcas sucessores de Abdalá.

Referências


Ligações externas


Este artigo sobre História da Península Ibérica é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o .









Categorias: Taifa de Badajoz




Data da informação: 16.12.2020 07:04:39 CET

Fonte: Wikipedia (Autores [História])    Licença: CC-by-sa-3.0

Mudanças: Todas as imagens e a maioria dos elementos de design relacionados a essas foram removidos. Alguns ícones foram substituídos por FontAwesome-Icons. Alguns modelos foram removidos (como "o artigo precisa de expansão) ou atribuídos (como" notas de rodapé "). As classes CSS foram removidas ou harmonizadas.
Os links específicos da Wikipedia que não levam a um artigo ou categoria (como "Redlinks", "links para a página de edição", "links para portais") foram removidos. Todo link externo possui um FontAwesome-Icon adicional. Além de algumas pequenas mudanças de design, foram removidos os contêineres de mídia, mapas, caixas de navegação, versões faladas e microformatos geográficos.

Observe: Como o conteúdo fornecido é retirado automaticamente da Wikipedia no momento especificado, uma verificação manual foi e não é possível. Portanto, o LinkFang.org não garante a precisão e a atualidade do conteúdo adquirido. Se houver uma informação incorreta no momento ou com uma exibição imprecisa, sinta-se à vontade para Contate-Nos: email.
Veja também: Cunho & Política de Privacidade.